O que você deseja saber sobre serviços financeiros?

Ao longo dos anos, o Sebrae percebeu que um dos maiores motivos de mortalidade de micro e pequenas empresas é a dificuldade em acessar serviços financeiros. Por isso, foi criada uma unidade totalmente voltada para esse obstáculo, a Unidade de Acesso a Serviços Financeiros (UASF).

O grande desafio da unidade é fazer chegar aos pequenos empresários as informações que são levantadas. O primeiro passo é tentar entender melhor o que o cliente procura, o que deseja saber com relação a serviços financeiros; não só o público externo, mas também o público interno.

Independentemente do colaborador Sebrae estar ou não lotado na UASF, ele deve dominar algumas informações básicas sobre serviços financeiros para orientar o cliente do Sebrae.

Quais seriam as informações que os empresários desejam? E o público interno o que procura? A palavra é sua, leitor!

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16 pensamentos sobre “O que você deseja saber sobre serviços financeiros?

  1. Oi, Pedro. Uma possibilidade de conteúdo a ser divulgado para o público interno são os tipos de serviços financeiros acessíveis aos pequenos empresários. Muitas vezes, ligamos o nome unicamente a crédito, mas sabemos que é mais do que isso.

    Para o pequeno empresário, acredito ser importante explicar, além dos tipos de serviços financeiros, a importância de utilizar os financiamentos de forma consciente, para que não acabe virando um problema ao invés de solução.

    Também seria importante divulgar linhas de financiamento mais adequadas para as diferentes situações, em parceria com bancos. Exemplo: se o empresário quer exportar, quais são algumas opções de linhas para ele procurar?

    Espero ter ajudado!
    Abraço,
    Tati

  2. Olá, Pedrão!
    Por enquanto, o que veio na minha cabeça foi aquela famigerada pergunta: “o SEBRAE empresta dinheiro?”. Todos nós, colaboradores, sabemos que não, mas, como a sua entrega final está relacionada ao site da UASF, seria legal matar esse mito logo de cara =p

  3. Nesses poucos meses que temos de Sebrae já fui indagado diversas vezes: “se eu quiser fazer um empréstimo, o que o Sebrae pode fazer por mim?”. A resposta a essa pergunta é bem ampla, mas acho que é muito importante mostrar que o Sebrae é aquele que vai orientar e preparar a empresa para a negociação com o agente financeiro, além de poder inclusive ser avalista da operação, com o FAMPE.

    É igualmente importante deixar claro, nessa resposta, que há outras coisas que o Sebrae pode fazer em relação a serviços financeiros, como disse a Tati, e que outras soluções da área, como a “antecipação de recebíveis”, podem substituir o empréstimo.

    A questão é muito abrangente e acaba levando a diversas outras. Na minha opinião, o principal desafio da sua entrega – o site – é que seja um ambiente bem estruturado, que consiga dar essas informações de forma clara e objetiva e fazer com que o empresário sinta-se à vontade para procurar o atendimento individual caso tenha mais interesse.

    Não sei se essa é a principal intenção do site, mas acho que seria uma boa forma de esclarecer nosso público-alvo.

    Muito bom usar um post interativo para tratar do tema, Pedro! É um ótimo espaço para a discussão!

  4. Pedro,

    Como sugestão gostaria de colocar informações sobre como o empresário pode disponibilizar crédito a seus clientes.
    Cartões de crédito, parcelamentos, financiamentos, antecipação de recebíveis, custos financeiros envolvidos, serviços de análise de cadastro.
    Já acompanhei algumas pequenas empresas com problemas, por não levar em conta os custos financeiros de parcelamento em seus custos.

    Abraços,

    Alexandre Cavalcanti

  5. Pedro,

    acredito que, primeiramente, o site deve esclarecer qual é o papel do Sebrae na promoção do acesso a serviços financeiros — não só dizer que a gente não empresta dinheiro, mas mostrar o que o Sebrae pode oferecer.

    Após esclarecido o papel do Sebrae, é importante, como a Tati falou, mostrar quais são os serviços financeiros disponíveis para as MPE e quais as implicações de se utilizar esses serviços (para que isso seja feito de forma responsável).

    Por fim, não sei se cabe no site ou se isso é um trabalho mais de “backstage”, mas uma das dificuldades que as MPE enfrentam ao tentar acessar serviços financeiros é a falta de conhecimento/má vontade das instituições financeiras com relação às micro e pequenas empresas. Se você achar que cabe, poderia ter uma seção no site que mostrasse às instituições financeiras por que é interessante oferecer serviços às MPE; por que elas são um mercado promissor, etc.

  6. Pedro Valadares, com todas essas modernidades financeiras, qual a diferença entre Cooperativa de Crédito e Sociedade Garantidora de Crédito? Tomei ainda conhecimento da Roda de Crédito aplicada no SebraeMA, o que seria?

    • Bom dia, Bonifácio. A cooperativa de crédtio é uma associação, sustentada pelo dinheiro dos associados, que visa a oferecer serviços financeiros mais adequados a realidade dos empresários de micro e pequenas empresas. É como se os associados fundassem o prórpio “banco”.

      Já as sociedades garantidoras visam a facilitar o acesso ao crédito. Muitas vezes, o empresário de micro e pequena empresa não consegue um financiamento por falta de garantia. Então, a sociedade garantidora avalisa parte do financiamento. Por exemplo, o empresário garante 20% do empréstimo com recursos próprios e 80% com recursos da sociedade.

      As rodadas de crédito são eventos promovidos pelo Sebrae que visam a aproximar os bancos dos empresários de micro e pequenas empresas. Representantes da rede bancária ficam a disposição para apresentar os produtos que possuem para o segmento.

      Espero ter contribuído para esclarecer suas dúvidas. Caso ainda tenha algum questionamento, sinta-se a vontade para fazê-los!

      Volte sempre! Sua visita é muito bem vinda!

  7. Pedro Valadares,
    Como os bancos públicos (ouvi falar que temos outros, hoje em dia, para além do Banco do Brasil que fundamos em minha época) podem auxiliar no acesso a serviços financeiros para a micro e pequena empresa? Qual seria a melhor política para desenvolvimento? Já ocorre alguma iniciativa neste sentido? Como diferenciar este tratamento diferenciado de uma política Robin Hood?
    Meus cordiais cumprimentos.

  8. Pedro, eu também tinha dificuldades para compreender o trabalho da UASF na prática.
    Porém, quando estava na UMC, pude acompanhar uma demanda de material explicativo sobre uma parceria do Sebrae com o Banco do Brasil para oferecer crédito diferenciado para as MPEs de Pernambuco e Alagoas, afetadas pelas enchentes do início do ano, de forma a ajudá-las na reconstrução de seus negócios.
    Nesse sentido, percebe-se que o trabalho da UASF é muito importante não apenas em momentos de crescimento, mas em situações de crises ou calamidades que afetem os empreendimentos.
    Seria interessante se você nos proporcionasse mais exemplos práticos do trabalho da unidade.

  9. Pedro, comentar o microcrédito também pode ser uma boa abordagem, que tal? As cooperativas de crédito, como adiantado pelo Bonifácio, apresentam baixa taxa de inadimplência. Como explicar esse fenônemo?

    Apresento uma possível explicação, em tom de piada, que ouvi hoje de Ladislau Dowbor (www.dowbor.org)
    “Porque o microcrédito tem inadimplência menor que 2%?
    O pobre tem palavra, o rico tem advogado.”

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