Para refletir

Pesquisa do  economista e professor do Ibmec-RJ Sérgio Ferreira Guimarães estima que a “indústria” do tráfico de drogas emprega até 16 milhões de pessoas no Rio de Janeiro. São mais “empregados” do que a Petrobrás tem no estado.

O Plano Plurianual do Sistema Sebrae 2011 -2013 aponta que em 2010 as importações cresceram 45,1% e as exportações apenas 28,9%. Por esses números, é possível indicar que há mais produtos internacionais sendo consumidos no país. Se pesquisas recentes do PNAD indicam aumento do poder de compra do brasileiro, vê-se que esse potencial não tem sido plenamente aproveitado para expandir o mercado interno.

Fazendo um link entre o primeiro e o segundo parágrafo, é possível dizer que, se há mais mercadorias sendo produzidas fora do país, há menos trabalhadores brasileiros envolvidos na cadeia produtiva. Consequentemente, há menos postos de trabalho abertos no país. Pessoas desempregadas podem ficar mais sucetíveis à criminalidade.

Logo, o trabalho do Sebrae, ao disseminar o empreendedorismo, pode ser uma porta de entrada para que as pessoas, hoje “empregadas” pelo tráfico, entrem no mundo da legalidade. Vale lembrar que as micro e pequenas empresas são as maiores geradoras de postos de trabalho no Brasil. Fica a reflexão…

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