O cargo e o mito

Na última sexta-feira, o diretor técnico do Sebrae Carlos Alberto dos Santos passou pela UASF e despertou-me uma reflexão. Alguns colegas da unidade brincaram com ele pelo fato de ser torcedor do Corinthians. Ele levou numa boa e defendeu o time do coração.

A situação me fez pensar como às vezes o cargo que a pessoa ocupa pode criar uma espécie de barreira invisível, que nos impede de nos relacionar. Comecei a refeltir em quantas ideias ou quantas sugestões deixei de dar por me intimidar pelo cargo do meu interlocutor.

Essa minha impressão parece ter refletido na avaliação do gerente da unidade. Ele comentou que me achou um pouco tímido. As pessoas que me conhecem dizem exatamente o contrário. Acabei percebendo que às vezes me deixei intimidar pelo cargo de gerente e acabei não passando tudo que poderia passar de bom para meu chefe.

Notei então que tenho que derrubar essas paredes invisíveis que os níveis hierárquicos escondem. Afinal, quem ocupa o cargo é um ser humano, que pode ser inclusive corintiano, como eu!

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