Fio condutor

Quinta-feira, dia 23 de dezembro, encerrou-se a primeira etapa do programa de trainees. Refletindo sobre as duas áreas por onde passei, lembrei da cidade de São Paulo.

São Paulo é uma cidade tão diversa, que cada bairro parece uma nova cidade. No entanto, há algo entre as várias comunidades que lá vivem (japoneses, italianos, libaneses etc) que dá forma à uma identidade comum, a de cidadãos paulistanos.

Da mesma forma analiso a Unidade de Assessoria Institucional (UARI), meu primeiro rodízio, e a Unidade de Acesso a Serviços Financeiros (UASF), meu segundo rodízio. As duas áreas possuem características tão próprias que às vezes parecem não fazer parte da mesma empresa.

Ao experimentar esse conflito de atuações, pude entender melhor a função de documentos como o Direcionamento Estratégico do Sebrae e as metas mobilizadoras. São mecanismos como esses que permitem que áreas tão diversas criem uma identidade e possam atuar em conjunto em prol de um objetivo comum.

É possível fazer um paralelo com a teoria de Hegel. Posso dizer que a UARI é a tese; a UASF, a antítese; e o Sebrae seria a síntese. Dessa forma, a empresa possui características que a identificam com todas as áreas, mas não pode ser explicada por apenas uma delas.

O sistema de rodízio do programa de trainees nos ajuda a enxergar mais claramente essa conexão macro e a pensar pontes que possam ligar a atuação de todas as unidades do Sebrae, potencializando os resultados para as micro e pequenas empresas.

Feliz Natal e um ótimo 2011 para todos!

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