Cliente modelo x cliente real

O destino do cliente ideal pertence a nós

Jorge Luís Borges dizia que para escrever um romance ou um conto é necessário ter em mente o leitor ideal. Essa entidade não existe, é uma abstração de quem você imagina que seria capaz de entender exatamente o que você gostaria de passar.

Produzindo o projeto aplicativo, percebi que para realizarmos um projeto orientado precisamos imaginar um empresário modelo. Aquele que fará uso pleno do produto que planejamos.

Meu empresário modelo é um dono de pousada de uma das cidades-sede da Copa do mundo, que não possui um sistema informatizado para gerenciamento financeiro. Então, por meio de dados do setor de hotelaria, vou tentar dar vida ao meu cliente modelo, descrevê-lo e acreditar que os clientes reais são semelhantes ao que imaginei.

O gerenciador financeiro para pequenas pousadas tem o objetivo de fazer a vida dos clientes reais mais fácil. A do cliente modelo já está resolvida, pois sou eu quem o imagina.

O vídeo de hoje não tem a ver com o texto em si, mas reflete meu estado de serenidade neste momento:


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