A abertura da Copa está sendo comprada?

Joseph Blatter e Jerome Vaclke

Essa semana, Jerome Valcke, secretário geral da FIFA, afirmou em e-mail que o Catar comprou a Copa de 2022. Antes do e-mail de Valcke, dois conselheiros da federação foram afastados pelo comitê de ética: Mohamed bin Hammam, do Catar, e Jack Warner, de Trinidad e Tobago.

As evidências de corrupção ficaram tão gritantes que os principais patrocinadores da instituição exigiram que o presidente Joseph Blatter concedesse uma entrevista coletiva para esclarecer os casos.

Diante de tantas mostras de corrupção, a demora para o anúncio oficial de qual cidade será sede da abertura do Copa de 2014 no Brasil parece um janela aberta para suborno. Não é absurdo imaginar que políticos e empresas das potenciais sedes estejam agindo no modus operandi da FIFA e já tenham desembolsado muito dinheiro para “comprar” o direito de abrir o campeonato mundial.

Na minha opinião, a única saída idônea seria  o presidente do Comitê Organizador Local (COL)  bater o martelo logo sobre essa questão. Contudo, sendo este Ricardo Teixeira, que, segundo a emissora inglesa BBC, teria sido obrigado a devolver dinheiro de suborno, torna-se pouco crível que a disputa (e sua respectiva capitalização) pela abertura da Copa se encerre de forma rápida e transparente.

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