Para tudo tem uma fórmula

O padrão de produção norte americano de matérias televisas é o dominante atualmente. Muitas universidades, porém, vem pecando ao omitir que outros modelos de telejornais mais populares também comunicam bem. Modelos marginalizados pelas elites muitas vezes são os que conseguem falar com a tão festejada nova classe média. Esse grupo está muito mais para Brasil Urgente, com o âncora conduzindo em um estilo mais pessoal e opinativo, do que para Jornal Nacional, que preza pela impessoalidade e a informação seca.

No vídeo abaixo, o comediante Rafinha Bastos disseca o modelo americano de matérias televisivas

No vídeo abaixo, o apresentador do jornal do filme Tropa de elite 2 que representa o formato mais popular:

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4 pensamentos sobre “Para tudo tem uma fórmula

  1. O mimetismo é irresistível…é só ver que a própria ironia do Rafinha Bastos foi ela mesma uma cópia, cuspida e escarrada, de um programa britânico…

    • Pois é! E pior é que as facudaldes acabam apresentando só o padrão americano, como se fosse o “correto”. Então, as outras formas de comunicação acbam marginalizadas.

      Muito obrigado pela visita, mister Jóbio! Sempre um prazer tê-lo por aqui!

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