Capitalismo de compadres – como funciona a captura regulatória

falso capitalista

Até a década de 90, o mercado brasileiro tinha uma forte intervenção do estado. Encontrávamos aqui diversas empresas e bancos estatais, o que retirava muito da eficiência e da competitividade do nosso país. Esse processo foi muito intensificado pela ditadura militar, que torou milhões em mega projetos destinados ao fracasso, como a transamazônica, acreditando que o maior protagonista do mercado deveria ser o estado, e não os empreendedores.

A partir do governo de Fernando Collor, começou no Brasil um processo muito tímido de desestatização da economia. Foram vendidas algumas empresas públicas e algumas outras foram fundidas. Entre os incontáveis e infelizes erros de seu mandato, o modelo de privatização de Collor, capitaneado por Ciro Gomes (ministro da economia na época), pode ser visto como um ponto positivo, pois realmente retirou a presença do estado de determinados setores.

Diferentemente do que prega grande parte da esquerda brasileira, o governo FHC não reduziu a presença do estado na economia por meio das vendas de grandes empresas governamentais. Em muitos casos, o que ocorreu foi apenas a troca da forma de atuar. Em vez de um monopólio estatal, criou-se um oligopólio público-privado, no qual os lucros ficam nas mãos de grandes corporações, que por sua vez fazem agrados aos seus reguladores.

O que aconteceu no modelo tucano de privatização foi a chamada captura regulatória, na qual as agência reguladoras, criadas inicialmente para proteger os consumidores, passam a atuar como lobistas das grandes empresas do setor. Um grande exemplo disso foi uma norma criada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que “obriga” as empresas a garantir pelo menos 30% da velocidade da internet contratada.  Em outras palavras, seria o mesmo que o governo baixar uma portaria dizendo que o padeiro tem que vender pelo menos 30% do pãozinho para você. Soa ridículo para você? É porque é realmente ridículo. Pense comigo, quem essa norma está realmente protegendo: as empresas ou os consumidores?

Outro exemplo interessante foi o acordo que a  Agência Nacional de Aviações Civil (Anac) fez com as empresas do setor para que seus servidores tenham até 75% de desconto em passagens aéreas. Ou seja, sinal inequívoco de compadrio. Em troca, é claro, a Agência irá criar mais regulações que impeçam a entrada de novos concorrentes no mercado de aviação civil, elevando o lucro das suas reguladas.

O atual modelo de transforma empresas privadas em parte do estado, ou seja, em vez de diminuir a participação governamental, ele amplia a influência política e transfere renda da população para a mão de grandes corporações. O modelo criado pelo governo do PSDB foi totalmente abraçado pelo governo socialista do PT, que acrescentou à cesta de maldades o financiamento público com juros subsidiados a grandes empresas. A maior parte dos financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), 57%, ficou concentrado em 12 grandes empresas, sendo duas estatais e dez privadas (eu diria semi-estatais).

Conclusão, o baixo crescimento brasileiro atual é fruto de um sistema corporativista, que concentra a renda na mão de poucas grandes corporações e dificulta a vida de pequenos e médios empreendedores. Os grandes capitalistas estão sempre interessados em se aliar ao governo, pois suas empresas têm força para superar algumas regulações sem maiores problemas. Já os pequenos negócios não têm fôlego e recursos o suficiente para sobrepor as barreiras burocráticas e acabam falindo antes de se estabilizarem.

Esse círculo do mal gera um efeito perverso de aumento de preços, baixa qualidade dos serviços, transferência de renda dos mais pobres para os mais ricos e diminuição do bem estar da população. A solução é um livre mercado genuíno, aliado a uma transferência de renda focada na população mais pobre. Chega de engordar a conta de capitalista fajutos!

Um Oscar para um filme de 6 minutos!

paperman

A Disney disponibilizou na internet o desenho Paperman, que está concorrendo ao Oscar de melhor curta metragem filme de animação. A película tem vários ingredientes que a tornam uma ótima aposta para o prêmio da academia este ano.

Primeiramente, o fato de estar disponível de graça na internet, o que colabora para alcançar um público maior. A popularidade pode influenciar os julgadores na hora da escolha do agraciado. Além disso, há aspectos técnicos interessantes:

1) Trata-se de um curta metragem, pouco mais de 6 minutos de filme;

2) É um filme mudo e em preto e branco, o que, como mostrou “O Artista” – último vencedor do Oscar de melhor filme – agrada os jurados;

3) Por fim, a animação lança uma técnica que mistura computação gráfica com ilustrações feitas à mão, o que dá um toque meio artesanal e soa inovador diante do juri.

Eu particularmente já estou torcendo para Paperman! E você?

Assista abaixo o filme completo

O jornalismo brasileiro precisa de âncoras

Will McAvoy, âncora do “The Newsroom”

O seriado americano “The Newsroom” (criado pelo roteirista do filme “A Rede Social”, Aaron Sorkin) estreou no Brasil no último domingo na HBO (assista o trailler AQUI). Ele conta a história de uma equipe que tenta reformar um telejornal, baseado nas áreas de economia e política e nas opiniões do âncora Will McAvoy.

Em sua coluna na Folha de S.Paulo, Maurício Stycer analisou as experiências de âncoras no telejornalismo brasileiro. Segundo o articulista, as iniciativas não tiveram muito sucesso, apesar do pioneiro Boris Casoy ainda comentar as notícias no Jornal da Band.

Stycer, no entanto, esqueceu de um caso recente de âncora que vem se mostrando razoavelmente promissor na minha opinião. A jornalista Raquel Sherazade, que na época trabalhava no jornal paraibano Tambaú Notícias, ganhou notoriedade depois que um vídeo seu criticando a festa de Carnaval alcançou mais de dois milhões de acessos no Youtube (assista AQUI). A resposta dela à repercussão do primeiro vídeo também chegou perto da marca de um milhão de visualizações (veja AQUI).

Raquel Sherazade, âncora do jornal do SBT

O sucesso dos comentários foi tão grande que Silvio Santos a chamou para ancorar o Jornal do SBT. As opiniões de Sherazade continuaram a ganhar projeção na internet. Três vídeos já passaram das 500 mil exibições e outros tantos de 300 mil. Dessa forma, ela consegue superar possíveis barreiras de audiência da emissora e aumentar a amplitude do seu trabalho.

A popularidade de diversos blogs demonstra o interesse dos leitores não só pela notícia, mas pela análise e até pela tomada de partido do articulista. Independentemente de concordarmos ou não com os argumentos de um âncora, os pontos de vista nos ajudam a formar nossa opinião.

Outro ponto importante, a meu ver, é que quando o jornalismo assume uma posição clara, ele resolve o problema da imparcialidade. Muitos pesquisadores de mídia já demonstraram a impossibilidade de realizar um noticiário neutro, tendo em vista que todo ser humano é influenciado de alguma forma. Ao tornar visível o seu posicionamento, o âncora proporciona mais clareza ao telespectador.

A popularidade de Sherazade é um indicativo de que o público aprova esse formato. Contudo, o SBT, por não ser a principal emissora do país, tem liberdade para testar novos modelos e para permitir que a jornalista expresse seus pontos de vista de forma mais incisiva. Agora, é esperar para ver se o sucesso da âncora vai influenciar as duas principais emissoras do país.

Assista abaixo dois vídeos de Sherazade:

 

Texto publicado no “Observatório da imprensa”.

Geolocalização – enchendo o território de informação

Uma das grandes febres nas mídias sociais  e na navegação via celular é geolocalização. Muitas empresas utilizam, por exemplo, o Foursquare para atrair clientes e divulgar a marca pelas redes via recomendações dos consumidores.

Contudo, essa tecnologia não ficou restrita somente ao uso comercial, algumas prefeituras e administrações estaduais têm utilizado a ferramenta para abrir espaço para que os cidadãos possam acrescentar informações sobre a cidade ou sobre o estado. A lógica é simples: quase todo mundo tem acesso a internet e às mídias sociais, a navegação por meio de celulares está crescendo continuamente, logo as administrações ao dar voz para o cidadão, agrega dados sobre a situação da região e pode utilizá-los para formular políticas públicas.

O melhor exemplo dessa estratégia é a prefeitura de Porto Alegre. A administração criou, em parceria coma universidade Unisinos, uma plataforma colaborativa chamada PortoAlegre.cc. O cidadão pode por meio do perfil no Twitter, no Facebook ou no Google criar uma causa.

Segundo o site, uma causa “é algo que pode ser feito para melhorar um lugar em Porto Alegre. Quer uma cidade mais segura? Mais tranquila? Quem sabe, mais sustentável? Você pode ter uma ideia de como colocar isso em prática. E já imaginou que pode haver outras pessoas interessadas em ajudar em levar isso adiante? Mas as causas não se resumem a demandas e anseios. Uma causa pode ser criada para celebrar um lugar. Cadastre no site aquela galeria de arte bacana do seu bairro, o point do skate e do chimarrão”.

É uma das formas mais interessantes de promoção de uma participação, fazendo com que os cidadãos se apropriem dos problemas da cidade, troquem informações e divulguem os principais pontos do município. Além disso, por meio dos conteúdos postados, a prefeitura pode oferecer dicas customizada, baseada na localização de cada morador. Outros municípios também estão adotando iniciativas parecidas como Vila Velha no Espírito Santo, que também elaborou uma ação no Foursquare para divulgação de conteúdos.

Assista abaixo um vídeo sobre as utilidades do Foursquare:

Leia mais artigos sobre tecnologia AQUI.

O que de fato importa em “A Privataria Tucana”

Nas últimas semanas, o livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr, dominou a pauta na internet. Entretanto, muitos “analistas” políticos aproveitaram o sucesso da publicação para transformá-la em uma arma partidária, o que, na minha opinião, prejudica a obra. O próprio autor diz que não lançou o livro no ano passado para não parecer uma estratégia eleitoreira.

Para mim, o livro traz mensagens muito mais abrangentes e que mereceriam discussões mais ponderadas. Dessa forma, tentarei elencar aqui alguns pontos que considero de fundamental importância sobre o livro-reportagem de Amaury Ribeiro.

Primeiro, a força dos blogs e das redes sociais na promoção de ideias e mobilização de pessoas. Para um livro que não teve investimentos expressivos em propaganda nos meios tradicionais, chegar ao topo da lista de mais vendidos é um feito. Outro ponto a destacar é o fato de a mobilização gerada pela obra ter chegado à pauta política do país, resultando em um pedido de CPI assinado por mais de 200 deputados.

Segundo, a forma didática como o jornalista explicou esquemas complexos de lavagem de dinheiro, abordando temas como paraísos fiscais, falhas na legislação brasileira, atuação de doleiros entre outros.Aqui vale mencionar uma proposta de Amaury, que merece ser estudada pelas autoridades brasileiras: “a proibição da entrada de offshores (empresas abertas em paraísos fiscais) em sociedades com firmas no Brasil”. Segundo o jornalista, “só deveria ser permitido o ingresso nas empresas nacionais de companhias estrangeiras que identificassem o nome de seus verdadeiros donos em seus balanços contábeis”.

Terceiro, e agora uma crítica, todo o esquema revelado no livro não demonstra, como afirma Amaury, que a privatização seja um modelo que não funciona. O problema não está na privatização em si, mas na falta de fiscalização sobre os processos de desestatização. Não se pode cair na fábula de que a iniciativa privada é sempre aproveitadora e o Governo é sempre justo. Nesse ponto, na minha percepção, está o grande ponto fraco do livro. Eu considero que o Estado deve regular, fiscalizar e fomentar, não deve ser agente de mercado, pois isso distorce o jogo totalmente.

Por fim, o livro traz uma série de denúncias contra vários personagens, que merecem, no mínimo, serem investigadas, se isso já não estiver acontecendo. Vale ressaltar que muitas das informações são tiradas exatamente de processos aos quais os denunciados respondem.

Abaixo matéria da Record News sobre o livro:

Anatel mima operadoras e adia desenvolvimento do país

Ontem escrevi aqui sobre a iniciativa da Anatel de estabelecer um plano de metas para as operadoras que oferecem banda larga, para que elas sejam obrigadas a entregar, até 2014, pelo menos 60% da velocidade que anunciam, sendo que a velocidade média deve ser de no mínimo 80% da contratada.

Se por um lado a medida pode parecer boa, pois mostra que a Anatel está de olho nos abusos, por outro, o plano de metas é extremamente generoso com as operadoras e injusto com o consumidor. Não faz sentido um país que está para se tornar a sétima economia do mundo, e que pretende assumir papéis mais relevantes no planeta, aceitar o fato de o cliente pagar 100% do preço e a prestadora de serviço não ser obrigada a fornecer o trabalho completo.

Imagine se a mesma estratégia fosse adotada com relação ao fornecimento de luz ou de água? Você, surrupiado leitor, acharia justo? Pense bem, você está chega em casa depois de um longo dia de trabalho, quer tomar um banho, mas não tem água. Você liga na Agência reguladora para reclamar da empresa responsável pelo abastecimento e recebe a resposta de que nada pode ser feito, pois 80% do mês a empresa garantiu fornecimento de água normalmente, logo não pode ser punida.

É esse absurdo que a Anatel está propondo em relação à banda larga. No momento em que se fala de computação nas nuvens, em startups (empresas de tecnologia nascentes), em crowfunding, em portais de consumo colaborativo, percebemos o descompasso das políticas relacionadas ao acesso à internet.

Para evidenciar a gravidade da situação, um levantamento da União Internacional de Telecomunicações, agência da ONU para questões de comunicação e tecnologia, estima que apenas 5,26% dos brasileiros tenham acesso a conexões rápidas.

O número é bem inferior à penetração da banda larga na Argentina, que é de 7,99%, Chile, onde a penetração é de 8,49%, e México, onde este índice é de 7%.

Além disso, a medida vem exatamente no momento em que o Governo tenta incentivar o setor de tecnologia da informação por meio de desoneração da folha de pagamento de TI das entidades (parte do plano Brasil Maior). Porém, não adianta tornar mais barata a contratação de profissionais de TI e não garantir o acesso digno à internet.

Um estudo do Banco Mundial mostra que o aumento de 10% da penetração de banda larga, amplia 1,3 pontos percentuais o crescimento de um pais. Ou seja, um serviço de banda larga ruim prejudica o desenvolvimento nacional. O plano de metas da Anatel não tratou a situação com a urgência que deveria e o Brasil, em tempos de crise mundial, não pode se dar ao luxo de mimar grandes empresas em detrimento do crescimento da economia.

A Microsoft fez um vídeo que projeta os avanços tecnológicos para os próximos anos. Assista e tente imaginar tudo isso sem banda larga decente

Leve um e pague dois!

A Anatel decidiu hoje que as operadoras até 2014 serão obrigadas a entregar 40% da velocidade de banda larga que anunciam. Trocando em miúdos, você paga 100% do preço e tem garantia de receber menos da metade do serviço contratado. Parece brincadeira, mas não é! A Agência institucionalizou o serviço meia boca.

Amanhã, posto aqui as consequências da má prestação de serviços de banda larga.

Quando as empresas de garagem entram no mercado

A grande onda do mercado atualmente são as chamadas startups, empresas de tecnologia que estão surgindo por todos os lados. Essa tendência tem cativado especialmente os jovens. Filmes como “A Rede Social”, que conta a história de Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, contribuíram para estimular o empreendedorismo nessa faixa etária. No Brasil, os sites de compras coletivas, como o Peixe Urbano e Grupon, alavancaram a popularidade desse segmento.

O número de novos negócios que estão aparecendo é tão grande que já dizem que, assim como antigamente os jovens se reuniam nas garagens para formar uma banda, hoje eles se juntam para abrir uma empresa. Esse movimento tem, contudo, um lado ruim, pois muitos empreendimentos, apesar de inovadores, pecam na estrutura gerencial e acabam falindo rapidamente.

Alguns analistas dizem que essa tendência não passa de um modismo e que essa multidão de startups está criando a segunda bolha da internet, que levará muitos investidores a perder dinheiro em um futuro próximo.

No entanto, já há muitas iniciativas de apoio a esses empreendedores “tecnológicos”. Um exemplo é o Startup Farm, uma espécie de workshop que reúne ptenciais empresários “digitais” e mentores que ajudam a elaborar modelos de comercialização, planos de negócios, estruturar o fluxo de caixa e outras medidas que podem transformar ideias inovadoras em empresas sustentáveis economicamente.

É preciso, porém, que aja uma política mais robusta de apoio a esses negócios digitais, que podem contribuir para o PIB nacional, pois geram serviços de alto valor agregado. Além disso, é necessário que as universidades entendam o perfil desse mercado, incentivem o empreendedorismo e forneçam cursos específicos para atuar na internet.

Assista abaixo o trailer de “A Rede Social”, filme vencedor de três Oscar, e um dos maiores popularizadores dos empreendimentos “de garagem”:

A era da reputação

No livro “O que é meu é seu”, Rachel Botsman afirma que estamos vivendo a era em que a reputação vai voltar a valer mais que o poder econômico.

Um dos fatores que me leva a acreditar nessa teoria é a quantidade de sites que possibilitam que os clientes registrem suas impressões sobre os serviços ou produtos que consomem.

A maioria das empresas já percebeu o prejuízo que as reclamações na rede podem causar ao seu mercado e por isso tem implementado estruturas de monitoramento da rede para encontrar os clientes insastifeitos.

Para exemplificar, conto uma história pessoal. Eu havia alugado um imóvel e a imobiliária prometeu me entregá-lo pintado. Contudo, não foi isso que aconteceu. Então, registrei uma reclamação no site Reclamaqui.

Logo que informei à empresa que tinha registrado minha queixa na internet, o apartamento foi pintado no dia seguinte.

Outro caso interessante do poder da rede é o site Trip Advisor, no qual os hóspedes podem falar sobre o que acharam dos serviços oferecidos pelos hotéis onde se hospearam.

Muitas redes hoteleiras começaram a monitorar o site e responder às críticas dos clientes.

Uma coisa boa da era da reputação é que aquele estabelecimento que não liga para a opinião do cliente tende a perder mercado. A internet tem criado uma rede de defesa dos direitos dos consumidores que deve ser bem aproveitada tanto pelas empresas, quanto pelos clientes.

E-commerce e site da empresa não são a mesma coisa!

Depois de alguns dias de ausência, retorno aqui três dias antes do prazo combinado, para falar um pouco sobre comércio virtual.

A internet possibilita diversos novos campos para comercialização de produtos e serviços. Essa facilidade possibilita, por exemplo, a abertura de lojas virtuais. Dessa forma, a loja pode alcançar uma gama maior de clientes e economizar parte dos gastos que teria com a estrutura física.

No entanto, algumas empresas se esquecem que as facilidades da loja online só se efetivam com outras medidas como uma forma de pagamento segura e facilitada. Muitos clientes acabam desistindo de realizar suas compras, porque o site não apresenta um sistema de pagamento prático e que passe credibilidade.

Assim, muitos empresários deixam de aproveitar as vantagens de estar na rede e acabam perdendo tempo e dinheiro sem verem suas vendas aumentarem. E-commerce não é a mesma coisa que site na internet. Fique atento para não pagar mico.

Para saber mais sobre como abrir um e-commerce ou comércio virtual, leia a cartilha desenvolvida pela Loreane Brandizzi.

PS.: A periodicidade aqui do blog deve ficar um pouco confusa até o fim deste mês. Mas, por favor, continuem aparecendo por aqui. Sua presença é sempre muito bem vinda!