Títulos vazios – a força da realidade sobre os significados

Neste vídeo, o etimologista Mark Forsyth demonstra por meio de um exemplo como os políticos tentam utilizar as palavras para “domar” o curso da história e como o resultado dessa tentativa é exatamente o contrário do desejado.

Os poucos mais de 6 minutos de palestra evidenciam os interesses ocultos dos discursos políticos e mostram como a escolha de nome dos cargos pode virar tema de debate por meses nos parlamentos.

17 minutos sem ar

David Blaine é um maluco total, que ganhou espaço na TV brasileira com um quadro no Fantástico, no qual cumpria tarefas incríveis, como passar horas dentro de uma imensa pedra de gelo, viver dias dentro de uma espécie de caixão enterrado a metros de profundidade, entre outras “proezas” que devem vir com o aviso “não faça isso em casa”.

Neste vídeo, ele conta como fez para aguentar 17 minutos sem respirar. Se é verdade? Não sei! Mas é muito bom!

Não compre, troque!

A possibilidade de interação trazida pela rede já modificou muito o mundo dos negócios. Plataformas digitais e redes sociais permitem que você encontre o que precisa em poucos minutos. Um modelo novo de negócios que vem emergindo nesse contexto é o consumo colaborativo, que é uma espécie de escambo online.

Muita gente tem livros, jogos de tabuleiro, cds, dvds, ferramentas, roupas entre outras coisas que não usa mais. A ideia do consumo colaborativo é possibilitar que você troque algo não é mais útil para você por outro produto que não serve mais para outra pessoa ou alugue algo que você usa pouco para outros que precisam, por exemplo uma furadeira.

Um exemplo prático e real. Eu tinha aqui um livro que já tinha lido e que só estava ocupando espaço em minha estante. Então, por meio do site de consumo colaborativo Descolaaí, eu troquei este livro por um outro que eu ainda não li com uma pessoa em São Paulo. Nesse processo, meu único gasto foi com os Correios e com uma taxa de administração de R$2 cobrada pelo site. Valor total da troca: R$ R$9. Preço médio que eu pagaria pelo livro novo em uma livraria: R$40. Economia: R$31 + espaço na estante.

O consumo colaborativo, no entanto, não se restringe a trocas permanentes. No filme, “O amor não tira férias” as duas protagonistas, uma americana e uma inglesa, trocam suas casas temporariamente durante as férias, por meio de um site. Assim, elas economizam o dinheiro das diárias e conhecem novos lugares.

Consumir colaborativamente também pode render dinheiro. Por exemplo, se você tem em casa uma escada, que só utiliza de vez em quando, você pode alugar para alguém que está precisando. Dessa forma, você terá o a escada quando precisar e poderá ganhar um dinheiro extra durante o restante do ano.

Que tal experimentar?

Quer saber mais sobre essa tendência? Assista a palestra de Rachel Botsman, autora do principal livro sobre consumo colaborativo: “O que é meu é seu”.

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